A categoria de trabalhadores autônomos cresceu muito no mercado. Este funcionário é independente e está livre de diversas taxas, ms em contrapartida, fica descoberto das leis trabalhistas que são tão importantes.

Para que estes trabalhadores passassem a ter alguns destes direitos, foi padronizado a existência do MEI. Você sabe o que precisa para se tornar um trabalhador nesta modalidade? Saiba mais a seguir:

O que é o MEI?

O MEI é a sigla para Microempreendedor  e é uma forma simples se formalizar como trabalhador. Por conta própria, o cidadão não pode receber benefícios importantes como a aposentadoria.

A categoria do MEI proporciona a emissão de uma guia de pagamento representando a contribuição do trabalhador com a Previdência Social.

O valor a ser pago depende diretamente da base de remuneração do MEI, você pode conferir os valores de contribuição e outras informações diretamente na tabela INSS.

Quem pode se tornar um MEI?

Nem todos os trabalhadores autônomos podem se tornar um MEI. Quem não cumpre os requisitos pode contribuir junto à Previdência Social através do INSS autônomo. São requisitos:

  • Não ter vínculo como sócio, titular ou administrador com outro negócio;
  • Pode ter oficialmente até um empregado;
  • Exercer as categorias de negócio permitidas pelo MEI.

O que o MEI tem direito?

Com o pagamento mensal da taxa de contribuição única do MEI, ele passa a ter direito muito importante como o auxílio maternidade, auxílio doença e aposentadoria.

Se o MEI possuir um funcionário devidamente contratado, este também terá direito aos mesmo benefícios, inclusive o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

De acordo com as regras de recebimento de benefícios como o PIS, o MEI não terá direito a receber este valor. Para mais informações confira o calendário PIS 2019 e fique por dentro do assunto!

Em relação aos benefícios no trabalho, o microempreendedor terá direito a emissão de nota fiscal e facilidade na hora de abrir uma conta bancária ou solicitar crédito no banco.

Como se inscrever?

Você pode se inscrever no MEI de forma simples através do site oficial no Microempreendedor Individual. Será preciso informar todos os seus dados corretamente antes se formalizar.

Se todas as informações conferirem você poderá ter seu cadastro aprovado e utilizar todos os benefícios do MEI para melhorar o seu negócio e garantir maior conforto para os seus serviços. Confira no site todo o processo e siga os passos corretamente para se tornar um microempreendedor em poucos passos!

O PIS é um direito muito importante que fica disponível para os trabalhadores que exercem um cargo através da carteira de trabalho assinada. Este recurso é muito necessário, pois ele irá permitir o pagamento do abono salarial. Mas não é todo trabalhador que pode acessar o benefício. Se você quer saber se pode sacar o PIS, confira a seguir quais os trabalhadores que tem direito a recebê-lo:

O que é o PIS?

A sigla do PIS corresponde ao Programa de Interação Social e é responsável por diversos benefícios, como o abono salarial. O valor do abono pode fazer muita diferença para o trabalhador.

Vale lembrar que o PIS é um recurso direcionado somente para funcionários do setor privado. Para os funcionários públicos, este direito se chama PASEP.

Este benefício para a rede privada é gerido pela Caixa Econômica Federal, enquanto para a rede privada a responsabilidade é do Banco do Brasil.

Qual o valor do PIS?

O valor do PIS irá depender diretamente do seu tempo de serviço, ou seja, será diferente para cada trabalhador. A cifra total pode variar entre R$ 80 e R$ 954.

O máximo a receber é equivalente a um salário mínimo vigente. Isto quer dizer que o valor máximo pode mudar de um ano para outro, caso haja um aumento do salário mínimo 2019.

Quem pode receber?

Como você já deve saber, nem todos os trabalhadores têm direito a sacar o valor. De acordo com as regras do benefício, tem direito ao PIS quem:

  • Estiver devidamente cadastro pelo empregador e com os dados informados corretamente no RAIS;
  • Ter registo no PIS há pelo menos cinco anos;
  • Ter exercido pelo menos 30 dias de serviço, corridos ou não, remunerado com carteira de trabalho registrado;
  • Receber no máximo até dois salário mínimos vigentes.

Quem tem direito a receber o PIS, precisa ficar atento ao calendário PISO abono é pago em sete lotes e é importante acompanhar os pagamentos para saber quando você poderá realizar o seu saque.

Como sacar o PIS?

Como foi mencionado, o pagamento do PIS é realizado em lotes e para poder realizar o saque do valor é necessário saber em qual lote você estará inserido.

Quando o pagamento for liberado, você pode receber direto na sua cona da Caixa Econômica Federal ou pelo Banco do Brasil para quem irá receber o PASEP. Quem já possui o cartão cidadão pode efetuar o saque através dele, sem maiores dificuldades.

O programa Minha casa, minha vida auxilou muitas pessoas com a sua inciativa de subsidiar parcelas de imóveis para as famílias que queriam adquirir um imóvel. Mas assim como qualquer programa, ele tem seus pontos fortes e seus pontos fracos. Mas afinal, a inciativa deu certo ou não? Leia mais e entenda.

O Programa

O minha casa minha vida é um programa de habitação popular criado pelo Governo Federal que objetiva auxiliar as famílias a saírem do aluguel e adquirir um imóvel.

A iniciativa é muito popular, principalmente por ter uma das melhores taxas de financiamento do mercado e é dividido em quatro categorias. Não é todo mundo que pode participar do programa , por isso, as categorias, também chamadas de faixas, do Minha casa, minha vida foram criadas.

A faixa 1 é destinada às famílias que têm renda bruta de até R$ 1,800. Para quem tem renda mensal de até R$ 2.600, a faixa é a 1,5. Quem tem remuneração mensal de até R$ 4,000, pertence à faixa 2. Já a faixa 3 é pra quem recebe até R$ 9,000.

Existem muitas inciativas que visam dar suporte às famílias brasileiras. Além do Minha casa, minha vida, você também pode participar do programa de transferência de renda Bolsa Família. Quem ainda não participa, deve conferir as informações do bolsa familia 2019.

Pontos Fracos e Pontos Fortes

O Minha casa, minha vida é, sem dúvidas, o maior programa habitacional do Brasil. Um projeto tão grande não poderia dispor só de vantagens e desvantagens. Veja a seguir pontos fracos e pontos fortes:

O primeiro ponto a se mencionar é o abatimento do deficit habitacional. Com o subsídio do programa, mais de 2 milhões de residências foram entregues à famílias de todo o Brasil.

Mas em contrapartida, estudos têm apontado que a oferta da inciativa não supre a demanda de residência. Além disto, não atinge totalmente a população mais carente, seja pela falta de construções ou pelo valor das parcelas.

A faixa 1 de financiamento oferece um subsídio excelente para que as famílias possam conseguir comprar seu imóvel, cobrindo até 90% do valor dele e sem a cobrança de juros. As outras faixas também apresentam negociações muito viáveis.

Em contrapartida, muitas vezes as localizações destas moradias são em lugares distantes, periféricos ou de difícil acesso. Por isso, nem todo mundo considera o Minha casa minha vida como a melhor opção.

É impossível negar que o programa mudou a vida de muitas famílias e representou muitas melhorias para o país. Entretanto, a sua oferta e padronização de construção ainda não suprem todas as necessidades existentes.

O curso de Medicina é um dos mais concorridos do país, isto porque é uma área que permite várias atuações diferentes no mercado de trabalho e proporciona uma alta remuneração para quem segue a carreira.

Mas para quem quer seguir este curso, deve estar preparado para alcançar uma alta pontuação no Exame Nacional do Ensino Médio a fim de ingressar em universidades de qualidade através do Prouni e do Sisu.

Para quem quer seguir este ramo, vale a pena conferir 5 dicas para quem quer cursar medicina:

Se você está planejando cursar medicina e concorrer a bolsas de estudo através de programas como o Prouni e o Sisu, é preciso antes realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para os alunos que pretendem ingressar na universidade em breve, é preciso conferir o Enem inscrições 2019.

Depois de realizar a inscrição, você deve estar pronto para assegurar a sua vaga! Confira as dicas:

Estude antes

Quanto antes você começar a estudar, mais assuntos vai poder visualizar e mais estará preparado. Como mencionamos, Medicina é um curso muito concorrido e não é possível ingressar sem preparação e muito estudo. Portanto, não espere o exame estar próximo para começar a estudar.

Tenha foco em Matemática e Ciências da Natureza

Cada curso tem as matérias que pesam mais na hora de contar a pontuação do Enem. Para o curso de Medicina, a dica é focar em Matemática e Ciências da Natureza. Obviamente, será preciso se sair bem no contexto geral, mas é importante que você esteja dominando as matérias mencionadas.

Participe do Enem como treineiro

Muitos estudantes que querem ingressar em Medicina, realizam o Enem por mais de duas vezes. Então uma boa dica é participar do exame como treineiro do Ensino Médio. É bom estar familiarizado com o tipo de prova e com o funcionamento da mesma, assim você irá garantir uma chance maior para a sua vaga.

Treine a redação

A redação representa um peso muito importante para a pontuação geral do Enem. Portanto, prepare-se! Leia bastante e garanta que você esteja por dentro dos assuntos mais falados na atualidade.

Realize exames anteriores

Realizar versões anteriores do exame também garante a familiarização com o mesmo e faz com que você aprenda a otimizar o seu tempo, sabendo estabelecer bem quantos minutos deve levar em cada questão. Se não estiver estudando em um curso pré-vestibular, que geralmente realiza este tipo de exame, você pode encontrar as versões anteriores na internet.

Se você está pensando em ter uma vida tranquila quando se aposentar é preciso que você saiba das condições para que isso aconteça. A aposentadoria é sempre tema de muitas dúvidas, como por exemplo, quando será possível tirar o merecido descanso e quanto irá receber.

Hoje, existem quatro tipos de aposentadoria: por idade, tempo de contribuição, invalidez e especial. Os principais fatores para saber quando e quanto vai receber da aposentadoria são a idade e o tempo de contribuição do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No entanto, existem regras para ter direito a esse benefício.

Como funciona?

De uma forma geral, as mulheres precisam de 30 anos de contribuição do INSS, já os homens precisam de 35 anos. Dessa forma, ambos podem conseguir a aposentadoria por idade quando chegarem aos 65 anos (homens) e aos 60 (mulheres). É importante ressaltar que nesse caso é preciso 180 meses efetivamente trabalhados, para efeito de carência.

Porém, a Previdência Social criou uma nova regra para calcular a aposentadoria chamada Regra 85/95 progressiva. Nesse caso, o fator previdenciário não afeta o valor da aposentadoria.

Essa regra é uma alternativa, mas não substitui as regras que já valiam antes. Nela, 85 (mulheres) e 95 (homens) são a soma da idade do cidadão e do tempo de contribuição dele para o INSS.  Também é necessário ter trabalhado efetivamente 180 meses, para efeito de carência.

Qual é a melhor?

Quando se trata de aposentadoria não tem como definir qual a melhor, pois tudo depende do sexo do contribuinte, a idade, o tempo de contribuição e a condição do trabalho que ele faz (se é de risco ou não).

A partir dessas características é que é estabelecido quando a pessoa pode se aposentar e quanto vai receber. Como está pré-estabelecido por lei, a aposentadoria deve sempre ser a mais vantajosa para o cidadão, ou seja, que o valor recebido seja o maior no momento em que der entrada na aposentadoria.

Como dar entrada?

Para dar entrada na aposentadoria é preciso saber se está tudo certo com o seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) pois é lá que estão todos os dados dos trabalhadores que contribuem para a Previdência.

Em seguida é só agendar um atendimento em um dos postos da Previdência Social e levar os seguintes documentos:

  • NIT, o Número de Identificação do Trabalhador (PIS/PASEP/NIS);
  • Documento de identificação original com foto;
  • CPF;
  • Carteiras de trabalho, carnês de contribuição e outros documentos que comprovem pagamento de acordo com a tabela de contribuição do INSS, caso haja inconsistências com os dados do CNIS;
  • Comprovante de residência (conta de luz, água ou telefone).

Trabalhar o ano todo com carteira assinada possui suas vantagens. Além do salário mensal há ainda um benefício trabalhista concedido a todos os devidamente assinados na carteira: o décimo terceiro salário. Como ele funciona? Entenda mais sobre seu pagamento e as regras a seguir. 

Quem tem direito a 13º salário?

O décimo terceiro salário muito aguardado pelos trabalhadores no fim ano é um direito trabalhista. Ele é amparado pela Lei 4.090, de 13/07/1962 e vale em todo o território nacional. 

Quem tem direito a receber? Todos os funcionários com carteira assinada. Podem ser vinculados a uma empresa pública ou privada. Se estão com assinatura da empresa de entrada e comprovando o vínculo empregatício, então o direito deve permanecer. 

A regra é que ele seja pago proporcional ao período de trabalho do contratado. A partir de 15 dias o trabalho já pode receber o valor de acordo com o período trabalhado. Calcula-se o valor do 13º e em seguida o proporcional a 15 dias exercendo a função e paga-se ao final do ano. 

Mesmo sendo demitido por justa causa o direito permanece. Ao dar baixa na carteira a empresa possui por obrigação pagar aos demitidos (com ou sem justa causa ou mesmo quem pediu demissão) o valor proporcional. Se o empregado atuou por 12 meses seguidos (contando com as férias) ele recebe o décimo terceiro integral. 

Como funciona o 13º salário?

A empresa deve pagar o décimo terceiro ao final do ano. Para não ficar pesado nas contas por lei é permitido ao empregador pagar em duas parcelas. Uma no mês de setembro e uma no mês de novembro ou dezembro. Contudo, ele não pode deixar para pagamento posterior a menos que tenha sido feito um acordo entre empresa e funcionário. 

O valor do décimo terceiro salário é ajustado de acordo com o valor do salário mínimo 2018. É um salário a mais e então fica o mesmo valor recebido todos os meses. Pode ser pago em dinheiro, débito em conta ou cheque, como a empresa preferir. O importante é pagar. 

O termo “gratificação de Natal” também é usado mas não é a mesma coisa. A empresa pode fornecer um valor extra como bônus mas não pode se isentar de pagar o décimo por conta disso ou pode ser penalizada.

Não recebi meu 13º. E agora?

Por ser um direito trabalhista o empregador não pode simplesmente não pagar. O décimo terceiro salário está previsto e amparado nas Consolidações das Leis Trabalhistas. 

Caso ele não tenha sido pago o empregado pode conversar com seu chefe para firmar um acordo de data de previsão. Mesmo sendo um acordo verbal ele é válido em juízo e é importante ter testemunhas. Um papel assinado sobre esta data e compromisso de pagamento da empresa pode ser muito importante.

Se não houver outra forma, pode procurar o Ministério do Trabalho de sua região e informar a sua situação. Pode o contratado abrir uma denúncia e ele não pode ser demitido durante este período. Levar o caso adiante também é possível com processo com ou sem a ajuda de um advogado.

 

Quem deseja atuar na área de construção civil possui dois excelentes cursos como opção: engenharia e técnico em edificações. Os dois são complementares mas sozinhos também são profissões. Uma escolha comum entre os estudantes é fazer o técnico de edificações antes da graduação. Vale a pena? Saiba mais!

Como funciona o curso de técnico em edificações

O curso de técnico em edificações é de curta duração. Com dois anos o profissional já sai com certificado de técnico, o que lhe permite atuar na área mas não continuar os estudos acadêmicos para um mestrado ou doutorado. 

O profissional da área é responsável por projetar e executar obras de acordo com as normas técnicas de segurança. Será um graduado capacitado para analisar e projetar no papel um projeto de reforma e construção de diferentes tipos de construções, sugerindo materiais e técnicas a serem usadas. 

O salário fica em torno de R$ 3 a R$ 5 mil reais. Pode atuar tanto com engenheiros como arquitetos na elaboração de projetos e acompanhamento da área. 

O SENAI é uma das muitas instituições que oferece o curso de edificações, gratuitamente você pode encontra-lo pelo Sisutec 2018, Pronatec e PSG.

Quando a diferença entre técnico em edificações e engenharia?

Na descrição dos cursos a dupla realmente se assemelha e até parece que estamos escolhendo o mesmo profissional para trabalhar. Mas na verdade não é. O tempo a mais que se passa na universidade com a graduação de engenharia tem um motivo: as possibilidades de atuação são bem mais amplas. 

Enquanto um técnico ganha R$ 5 mil o salário de um engenheiro é de R$ 7 mil ou mais. O engenheiro seria a parte prática a execução com o devido conhecimento profundo do projeto. Já o técnico trabalha apenas no projeto e pode acompanhar a construção, mas sem conhecimento profundo. 

Os dois cursos são bem profundos nos conhecimentos de cálculo, projetos arquitetônicos, material para construção civil, topografia, normatização de projetos, empreendedorismo, dentre outras disciplinas comuns. A diferença está no foco da carreira. 

Um técnico em edificações pode apenas atuar na construção civil. Já um engenheiro pode projetar diversos tipos de projetos, inclusive são engenheiros graduados que trabalham na Nasa. Enquanto um permite um foco na carreira a graduação de cinco anos em engenharia permite especializações em projetos diversos como aeronaves, por exemplo. 

Vale a pena fazer técnico em edificações e engenharia?

Se os dois são muito parecidos e o interesse é apenas na construção civil, o técnico de edificações vai servir para uma formação rápida. Contudo, o salário do engenheiro é bem maior. Esse é um grande debate entre os dois profissionais da área já que no projeto e execução atuam com igual conhecimento. 

O diferencial do curso de engenharia está nas possibilidades no mercado de trabalho de acordo com as aptidões. Com mestrado ou doutorado pode-se dar aulas em faculdades e universidades, enquanto o curso de técnico não permite isso. Pode-se trabalhar com engenharia espacial e enveredar para agronomia, dentre outras possibilidades. 

Mas se o foco é na construção civil ambos os cursos são semelhantes e não é necessário fazer os dois. Afinal, as disciplinas serão repetidas no curso de engenharia posteriormente. Seria interessante pensar em fazer o técnico e não pagar as mesmas cadeiras depois apenas para complementar o conhecimento e ter um curso de graduação no currículo também. 

 

Problemas de tireoide são muito comuns em diversas faixas etárias. Segundo a organização mundial de saúde, estima-se que mais de 10% da população tenha alguma disfunção na glândula e não saiba. Alguns sintomas são indicados e bem pontuais. Saiba mais!

O que é a tireoide?

A tireoide é uma pequena glândula em formato de borboleta localizada no pescoço. A olhos vistos não conseguimos visualizar esta parte específica do corpo, mas exames tratam de mostrar como está o seu funcionamento. 

Com pouco mais de 15 gramas ela é considerada a maior glândula do corpo humano. Seu funcionamento está interligado com importantes órgãos do corpo humano como coração, cérebro, fígado e rins. Mesmo com seu tamanho mínimo em comparação a outras partes do corpo, seu mal funcionamento causa sérios problemas. 

A função da tireoide é produzir dois hormônios: T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Essas duas substâncias atuam na regulação de diversas funções do organismo. Quando estão em produção perfeita deixam o corpo em ordem. Quando estão em excesso ou falta podem causar enfermidades.

Doenças na tireoide

Diagnosticadas temos hoje duas doenças relacionadas à tireoide: o hiper e o hipotiroidismo.

Conhecemos como hipertireoidismo quando a glândula produz seus hormônios em maior quantidade que o normal. O excesso danifica algumas funções do corpo e também o seu desenvolvimento em crianças e adolescentes. 

No hipo o corpo costumeiramente funciona mais lentamente. Coração e digestão são mais lentos, assim como problemas na memória. Medicamentos como o optimemory podem ajudar a melhorar o quadro, mas o diagnóstico nunca deve ser eliminado. 

Já o hipotireoidismo é quando a glândula funciona com falta. A produção hormonal está em menor quantidade que a necessária. Neste tipo de situação a quantidade em excesso causa algumas condições clínicas bem sérias. 

Quando a produção hormonal está em excesso no hipertireoidismo todo o corpo funciona mais rapidamente. O resultado disso é coração com batimentos mais rápidos, intestino solto, dificuldades para dormir pelo excesso de energia no corpo, dentre outros.

Os sintomas que podem indicar problemas na Tireoide

Todo mundo já ouviu de alguém “isso pode ser problema na tireoide”. Isso porque alguns sintomas são clássicos e se repetem com enorme frequência nos pacientes com alguma disfunção na glândula. Os seis sintomas mais vistos são:

  • Aumento ou diminuição excessiva de peso;
  • Dificuldade para perder peso ou engordar;
  • Depressão;
  • Problemas intestinais – intestino solto ou preso;
  • Ciclos menstruais irregulares nas mulheres;
  • Atividade do sono irregular – excesso ou insônia.

Em alguns casos os sintomas são gritantes. O mais comum é o aumento de peso excesso em um curto espaço de tempo. Em outros são leves e passam desapercebidos.

Como saber se há problemas na tireoide?

O médico indicado para fazer esse tipo de diagnóstico é o endocrinologista. Ele fará a indicação de um exame de sangue para saber a quantas andam a produção hormonal da glândula. Caso ache algum problema na quantidade hormonal produzida pedirá mais exames. 

O exame constante da glândula ajuda a diagnosticar doenças em sua fase inicial. Isso é importante porque em alguns casos não há sintomas, como nódulos na tireoide. É um problema considerado comum e infelizmente não tem sintomas aparentes.

Informações sobre saúde na Internet temos aos montes. São muitos sites com supostas informações exclusivas e dando dicas até de medicamentos. Sempre fica a dúvida se fato estamos consultando uma fonte segura. Para não perder tempo, confira algumas dicas dos melhores sites para consultas virtuais. 

Riscos de consultas virtuais em sites falsos

Você bem sabe que qualquer um pode criar um site, blog ou perfil em rede social dando informação sobre como cuidar de sua saúde. Em muitos casos doenças podem ser diagnosticadas com alguns cliques e uma leitura mesmo. Atenção: todo cuidado é pouco. 

Como cada um pode escrever o que quiser na rede mundial de computadores, é necessário redobrar o cuidado sobre os sites os quais visita. Se os artigos não estão assinados por um especialista ou se quer há um nome por trás da produção, melhor ter cuidado redobrado.

Outros pontos a observar na página são:

  • Pesquisas com informações completas – dados da pesquisa como órgão que realizou e data são importantíssimos;
  • É um blog gratuito? Veja quem é o autor e se é de fato da área de saúde ou um grande curioso;
  • A página tem muitos anúncios? – anunciantes em excesso significa que o site pode estar querendo apenas atrair a sua atenção e não informar algo de fato. 

Os melhores sites para consultas virtuais sobre saúde

Alguns sites são muito mais relevantes e seguros para buscar informações, a famosa ‘consulta rápida’ sobre doenças ou sintomas de um paciente. Algumas dicas são:

Site do Ministério da Saúde 

Surtos de doenças são sempre divulgados na página. Evite filas por conta de boatos em redes sociais sobre doenças desconhecidas, vacinação desnecessária. Também há informações sobre sintomas, como diagnosticar algumas doenças e quais cuidados tomar.

Site do Dr. Drauzio Varella

O apresentador de TV é um médico de longa carreira no sistema público de site. Maratonista e ex fumante, dá dicas importantes sobre os dois vícios e muitas outras doenças e pesquisas recentes sobre saúde. Também publica artigos científicos de fontes variadas.

Site da Aché

A fabricante de medicamentos também dedicou uma parte de sua página para dicas de saúde e doença. Ressalta sempre a importância de não partir para a auto medicação e como observar sintomas para saber se o paciente está em risco.

Site da Editora Abril

A editora Abril, brasileira, possui uma vasta coleção de publicações voltadas para o tema saúde. Todas com jornalistas qualificados, fonte segura de informação em matérias publicadas em suas páginas. Estas são as fontes utilizadas nas matérias do portal, com novidades e dicas de saúde de diversas temáticas, você pode comunica-se através de gmail entrar ou outros emails.

Site da Revista Viva Saúde

Aqui você não encontra apenas uma série de sintomas e um diagnóstico breve sobre uma doença, mas matérias completas sobre um determinado tipo de problema. É um site para aprofundar conhecimento sobre diversos tipos de doenças, os melhores tratamentos do mercado e pesquisas recentes. 

A página virtual é a versão online da revista que sai todos os meses nas bancas. Nem todas as matérias são iguais, mas algumas são repetidas nos dois tipos de meios de leitura.

A compra do primeiro carro é realmente emocionante. O primeiro veículo próprio, os cuidados, anseios e alegria por ter um bem e poder desfrutar do seu conforto. Mas para se dar realmente bem com a compra alguns cuidados são importantes. Listamos cinco pontos para levar em consideração antes de comprar o primeiro carro que devem ser analisados com calma. 

Os cinco principais pontos para levar em conta antes de comprar o primeiro carro

Você pensou bem na ideia de comprar um carro? Avaliou as finanças e já pode levar a compra adiante? Para algumas pessoas é um momento de alegria absoluta. Significa abandonar de vez o transporte público, o conforto de poder viajar longas distâncias levando as malas e não depender mais de carona. Mas para não errar mesmo analise esses cinco pontos:

1 – Pagamento de impostos

Os impostos obrigatórios e anuais no Brasil para proprietários de veículos são o IPVA e Seguro DPVAT. Devem ser quitados no primeiro semestre de cada ano ou o carro, moto ou caminhão não terão o documento renovados e não podem circular. 

Se todo mundo paga não há problema, correto? Na verdade depende. O valor do IPVA é proporcional ao ano e modelo do veículo. Quanto mais novo mais caro o imposto. Importados também pagam um pouco mais e isso deve ser levado em consideração no momento de avaliar as finanças.

2 – Consumo de combustível

Infelizmente carros movidos à água e energia elétrica estão em fase de testes para chegar ao mercado. Enquanto isso temos como opção gasolina, álcool ou diesel. O consumo de um carro é avaliado pela quantidade de quilômetros que ele consegue rodar com apenas um litro.

Quanto mais leve o carro mais quilômetros ele roda. Por isso alguns modelos de moto conseguem rodar 40 quilômetros com um litro de gasolina, não é mesmo?

O valor gasto em combustível depende da quantidade de quilômetros com um litro que um carro pode fazer. Os sedans gastam mais, assim como as caminhonetes (Hilux, por exemplo). É preciso analisar as contas. As vezes um carro custa mais caro mas economiza bem menos ao longo do ano no tanque.

3 – Qual a facilidade da manutenção?

Alguns caros são puro luxo e um sonho de consumo realizado. Mas você encontra peças fácil para ele? As oficinas ofertam profissionais qualificados? Muitos importados passam por este problema e pode não valer a pena. 

É preciso avaliar o mercado de manutenção da fabricante e como as oficinas são distribuídas para saber se terá dificuldades ao longo do uso ou não.

4 – Potência do veículo

O desempenho do carro em ruas e estradas depende da potência do motor. Se 1.0, 1.6, 2.0 e assim por diante. Para alguns casos, como quem viaja muito em rodovias, pode ser mais indicado um veículo mais potente. Ou quem constantemente sobe ladeiras. Depende de cada uso.

5 – Desvalorização do veículo em um ano

Claro que se você está comprando um carro hoje não pensa em vender, mas é necessário pensar um pouco no futuro. Alguns carros caem muito de preço e outros se mantém mais constantes no valor. Quanto mais rápido o modelo desvalorizar pior será para vender e aceitação no mercado para a troca.